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Baixados
da semana:
- Não
baixei nada pois menos de 100mb estão disponíveis
no meu micro.
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[Quinta-feira,
20 de Janeiro de 2004] [14:25]
Um
Top 5 meia-boca
sub-título:
na falta de novidades...
___parte I [o
tal top 5]
Engraçado... parece
que minha criatividade já fugiu. A título
de atualização, encontrei esse 'setlist' que
havia escrito a convite de uma amigo [?]...
La Bouche- Fallin' in love
| Pesquisando na internet
sobre o La Bouche
- que eu conhecia pouco- descobri que era uma
dupla, formada por Melanie Thornton e D. Lane McCray
Jr. Dupla esta que contribui muito para a cena Eurodance
nos anos 90, com os sucessos "Be my lover",
"Sweet dreams" e a própria "Fallin'
in love". Seu primeiro álbum foi um estouro
no mundo todo, principalmente pelo fato deles misturarem
elementos R&B, dance, e até house, o contrário
da maioria das duplas da época [2 Unlimited
e 2 Brothers on the 4th Floor, por exemplo]. |
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A música "Fallin' in love"
foi originalmente gravada pelo trio Hamilton, Joe Frank
and Reynolds em 1975 [detalhe que Reynolds deixou o
grupo em 73 e eles mantiveram o nome!]. Após o lançamento
dessa música, desaparecem do cenário musical
e Hamilton morre em 1994.
OBS.: Melanie, do La Bouche, também morreu - em 2001-
num acidente de avião.
Soldier- Destiny's Child
| Essa é a faixa número
2 do novo álbum das Destiny's Child,
e diga-se de passagem, a que mais me chamou a atenção.
Não que a canção fuja muito do
'gritinhos-batida-rappers', mas talvez seja o bom aproveitamento
desses elementos. Nada de gritos exagerados [vide "Emotions"],
batidas fortes demais [vide "Lose my breath"],
tampouco Jay-Z atrapalhando: tudo na medida! |
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Gabrielle- Out of reach
Trilha sonora do filme "O diário
de Bridget Jones". Isso já seria motivo pra
me manter afastada da música; no entanto, ela me
agrada bastante! Assumo, é um popzinho de quinta
categoria, mas às vezes é bom ouvir algo despretencioso,
que possui um certo charme [exemplificando a essência
do próprio filme]. Não sei nada sobre Gabrielle
e pretendo nem saber. Cantora-de-uma-música-só.
Marisa Monte- Balança Pema
Esse samba rock foi originalmente gravado
por Jorge Ben. Acontece que estamos falando da
versão que Marisa Monte fez pra dita cuja.
Muito graciosamente, ela deu um ar descompromissado à
música e é isso que a torna tão interessante.
Impossível ouvir "...arrasta a sandália...."
sem dar uma leve balançada com o corpo. Então
pegue seu par [ou a vassoura mesmo] e "bora mexer"!!!
Information Society- Peace &
Love Inc
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1992
foi o ano do lançamento do álbum do
InSo que leva o mesmo nome da música aqui
indicada. E por quê ela foi indicada? Por ser
extremamente empolgante e dançante. Ok, o grupo
tem músicas melhores [como "Repetition"
e "What's on your mind"], mas "Peace
& Love, inc" é uma boa pedida pra
quem quer dançar, dançar e dançar. |
___parte
II [até eu?]
E o consumismo
vem à tona: fiz uma 'pequena' Lista
de Presentes no site Submarino. A lista encontra-se
bastante pop, e se até o fim do ano alguém
quiser colaborar, ficarei imensamente feliz. Destaque para
os dvd's da Cyndi Lauper e Amélie Pouláin.
___parte
III [rapidinhas]
*Metáphoras
em breve no ar*!
*Aguardando
resposta de escola de
inglês onde fiz a entrevista*
*Saudades
do meu irmão*
*Sacrificando
mp3 para liberar espaço no HD*
*Closer
sexta-feira nos cinemas* [e o Jude Law além de ótimo
ator, é muitoooooooooo gostoso........]
___parte IV [finalizando...]
[música]:
"Try", Nelly Furtado
"[...] All of the
moments that already passed
We'll try to go back and make them last
All of the things we want each other to be
We never will be
And that's wonderful, and that's life
And that's you, baby
This is me, baby
And we are, we are, we are, we are
Free
In our love
We are free in our love."
 |
Ao
contrário do que eu pensava, essa menina talentosíssima
é canadense, e não portuguesa. Desde
os 4 anos de idade fala [muito bem] o português,
e tem muito orgulho de suas raízes. Ouve fados,
e tenta ao máximo introduzir em sua música
elementos "da sua terra".
Com
um timbre peculiar de voz, Nelly explodiu no mundo
com "Shit on the radio" e "I'm like
a bird". Pop de primeira qualidade, com batidas
empolgantes, boas letras e muita irreverência!!! |
Criticalize!!!
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[Sexta-feira,
14 de Janeiro de 2004] [21:00]
As
máscaras não existem
sub-título: sim, finalmente um
post com título!
Essa
semana li algo num
blog que chamou muito a minha atenção:
em um dos seus posts [pra ser mais precisa, o último
post], a dona do blog alegava que "ser falso é
necessário", e que todos nós o somos.
Ela divagou sobre isso com tanta firmeza que fiquei impressionada...
tenho outro tipo de 'teoria' para o relacionamento humano.
Pois bem... acredito que
as pessoas não usam máscaras, são sempre
elas mesmas. O detalhe é que dependendo do ambiente
ou com quem estamos, apresentamos determinada porcentagem
de nossa personalidade.

Não entenderam? Exemplifico: às
vezes nos surpreendemos como podemos agir de tal maneira
com uma certa pessoa e agir de maneira completamente diferente
com outra pessoa. A verdade é que exibimos muito
mais o nosso 'eu' com quem/onde nos sentimos mais à
vontade. Eu, por exemplo, sou muito verdadeira. Não
consigo ser legal/simpática com alguém que
não gosto. Mas, se eu cumprimentasse alguém
que não tenho nenhuma afeição, não
estaria sendo falsa, mas sim, sendo pouco eu mesma.
Já repararam como em cada lugar somos
uma pessoa 'diferente'? Não são máscaras,
e sim um tipo de exposição diferente. Digo
isso pois baseio essa minha 'teoria' em fatos reais: se
alguém aí perguntar como eu sou pra alguém
que estuda comigo, esse alguém vai dizer que sou
mandona, reclamona, crítica [grande porcentagem eu
mesma]; se você perguntar a mesma coisa pra alguém
que fez teatro comigo, esse alguém certamente dirá
que sou tímida, meiga, etc. [pouca porcentagem eu
mesma]
Costumo dizer que com meus amigos mais próximos
sou de 80% à 90%, eu, verdadeiramente eu; Nunca somos
100% nós mesmos com alguém; Existem coisas
que preferimos conversar com uns, e há coisas que
preferimos conversar com outros. E nada de falsidade! Porcentagem!
[música]:
"I believe in a thing caled love"- The
Darkness [tocou repetidamente no dia de hoje];
[filme]:
"De volta para o futuro" [pela milésima
vez];
[tosquice]:
"O mundo das Spice Girls"- um filme extremamente
BIZARRO que estava gravado numa fita antiiiiiga do meu irmão
aqui. Risadas garantidíssimas!!!!!
[loucura]:
Amanhã vou à casa da minha prima
à pé. [e não é muito perto não....];
[ansiedade]:
Ainda não ligaram pra dar resultado da entrevista
e já perdi as esperanças...
Você
é falso ou pouco você mesmo?
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[Sábado,
8 de Janeiro de 2004] [22:50]
***Mil
desculpas, mas infelizmente encontro-me sem inspiração
e resolvi re-publicar uma resenha que fiz para o filme "O
fabuloso destino de Amélie Poláin"...
O amor
é cego. Esse é o ditado que todos conhecemos...Mas,
seria a paixão igualmente cega?
Creio que sim.
Me apaixonei pelo "Faboluso destino de Amélie
Poulain", e tenho certeza que não citarei nenhum
defeito aqui. Estou cega.
Esse
é um conto de fadas que surgiu na vida de milhões
de pessoas em todo o mundo. Jeune-Pierre Jeunet
nos presenteia com uma belíssima produção,
e sua audácia me espanta e comove ao mesmo tempo.
A produção é um conjunto ideal de todos
elementos básicos de um filme: ótima(o) edição,
direção, elenco, fotografia, roteiro, direção
de arte e trilha sonora (falarei de cada um desses itens
separadamente).
Os cortes
rápidos, zooms e takes super bem elaborados
são as características que marcam a edição
e direção; o diretor utiliza
todos os recursos e técnicas para dar verissimilidade
ao mundo de Amélie, e as visões, eficientes
lentes, e movimentos de câmera dão grande fluidez
e dinamismo ao filme. O que vemos na tela nos deixa com
a sensação de estarmos vendo um videoclipe
pop, mas ainda sim com qualidade. Muitos críticos
torceram o nariz para o lhano uso dessas técnicas;
entretanto, em nenhum momento elas se sobressaem à
trama. E isso é algo plausível, já
que ultimamente temos visto produções que
utilizam todos os recursos (digitais) possíveis para
atrair o público. É só dar uma olhadinha
nos filmes que estão em cartaz.
E Jeunet
conduz a trama muito apropriadamente, trabalhando com muito
cuidado as subtramas e não deixando nenhuma personagem
"sem final". Todas acabam sendo afetadas de alguma
maneira pelos planos mirabolantes de Amélie, que
desde criança considera-se excêntrica.
Diga-se
a propósito, ao encontrar uma pequena caixa com pequenos
objetos de alguém que poderia tê-la escondido
nos anos 50, Amélie (Audrey Tautou) decide achar
o dono e devolver o 'tesouro'. A partir daí, ela
ainda fará diferença na vida de várias
pessoas...Mas, quem vai resolver a bagunça na vida
dela?
Audrey
é a intérprete ideal para a protagonista-título:
'boazinha', porém irônica. Suas ações
passam longe de 'fada-madrinha'! Assim como ela inicia sua
missão e ajuda quem pode, ela também 'dá
o troco' em quem merece. E é isso que nos faz torcer
por ela, desde o primeiro minuto de projeção!
Seu carisma e inocência, aquela ingenuidade 'não-ingênua'...
O resto
do elenco também encontra-se em ótima forma!
Destaque para Dominique Pinon, o 'homem do gravador'
e para Mathieu Kassovitz (Nino- outro sonhador
com alma infantil que dialoga o filme inteiro com as fantasias
de Poulain), que tem um carisma impressionante!
Agora
dando continuidade, fotografia: um verdadeiro
espetáculo de cores e texturas. O tom esverdeado
utilizado no decorrer do filme é muito interessante,
dando novas cores a Paris e deixando-a como uma cidade saída
de um sonho! E os figurinos e objetos de cena contribuem
para essa 'foto'. Notem que Amélie está sempre
usando roupas verdes ou vermelhas, que a destacam. Não
obstante, o realce verdeal auxilia no destaque também
de outras cores, ou seja, uma Paris colorida, limpa, simpática
(cinema é uma mentira mesmo....).
Contudo,
Jeunet não prende sua atenção
apenas no aspecto estético! O roteiro é uma
'fabolusa fábula', que nos emociona e diverte, com
sua profundidade romanesca...E todos os outros elementos
que venho citando se completam, criando uma deliciosa harmonia.
Mas
esperem! Não me esqueci de enaltecer a trilha
sonora (o aspecto que mais me agradou)! Em determinadas
cenas (pra ser sincera em todas), a trilha confere à
história uma identidade sonora, tornando o espetáculo
uma experiência encantadora. E o diretor descobriu
o trabalho de Yan Tiersen (compositor e multi instrumentista)
por acaso...Num belo dia, seu assistente de produção
colocou o CD para tocar enquanto andavam de carro. Ele ficou
maravilhado. No mesmo dia, o cineasta comprou todos os seus
discos e decidiu conhecê-lo.
Tendo
como tônica o subjetivismo poético e a delicadeza,
a trilha, naturalmente, nos remete a Paris, atmosfera evocada
por generosas doses de acordeão. Se destacam "La
valse d'Amélie" (belíssima) e "A
Quai", que transmite toda a 'intenção'
da película.
Portanto,
se depois de todos esses argumentos você não
ficou com vontade de ver (ou rever) esse filme, considere-se
um coração de pedra (com todo respeito).
Amélie
com seus estratagemas me enfeitiçou.
[música]:
"Who is it"- Michael Jackson
Eu
acho que...
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[Quinta-feira,
30 de Dezembro de 2004] [13:35]
___parte
I
A
chama Michael Jackson fora despertada em mim, e agora não
tem mais volta. Além de ter ganho de minha alma-gêmea
2 dvd's do REI [HIStory
e Dangerous],
tive a manha de ir à loja essa semana comprar o HIStory
II. Acho que viciei.

Não
é normal uma pessoa querer baixar desesperadamente
todos álbuns de alguém, isso sem contar as
sessões [ihhh, com 'ss' mesmo?] de videoclipes aqui
em casa. He's the king!
___parte
II
[esse
seria o meu post de fim de ano mais achei ele 'pra baixo'
demais.]
Todo
mundo fazendo post-de-fim-de-ano e eu aqui... sem idéias.
Não quero resumir meu ano.
Não vou fazer promessa pro ano que
vem. Quando elas não dão certo fico frustrada,
então é melhor fazer como o Zeca Pagodinho
e "deixar a vida me levar".
Não estudei o que deveria ter estudado,
não namorei, não fiz o tão sonhado
regime. Mas, em compensação, conheci as
pessoas mais incríveis desse mundo, pessoas
essas que fazem muito parte de mim.
O que fiz muito em 2004? Gritar. Gritei
demais, desnecessariamente às vezes. Gritei com quem
não merecia, discuti, xinguei, reclamei. Pequenos
surtos de 5 minutos.
Chorei menos do que costumo chorar. Tentei
ser mais forte e paciente, mas sem êxito.
Tentei ter uma relação menos
complicada com meu pai, mas não foi possível.
Piora cada vez mais.
A coisa que melhor aprendi [principalmente
nesse finzinho de ano] foi a parar de dar valor à
quem não merece. Sempre fui amiga de todos, sempre
me importei, e sempre reclamei pela atenção
não ser recíproca. No entanto, as máscaras
caem, você percebe/entende as coisas com mais clareza
e deixa de ser idiota. Não estão entendendo?
Pois bem: daqui pra frente, a Bá trouxa-ingênua-bobinha
sai de cena pra dar lugar à Bá que se dedica
inteiramente/intensamente/completamente àqueles que
a fazem bem.
Continuei a não mexer no passado,
e isso me anima.
Esperança? A [minha] esperança
está nos amigos. Se tem uma coisa que nunca vai mudar
aqui dentro é o valor que dou a quem gosto. Ponho
mãos no fogo pelos que amo/confio e assim continuará
sendo.
2005? Quem sabe eu não deixe de ser
tão reclamona e chata? Quem sabe não deixe
de ser careta e medrosa? Coragem é o que preciso,
porque a vontade já tenho.
___parte III
Chega de reclamar! PRECISO
que me policiem! Se alguma vez eu reclamar da vida por aqui,
me detonem!!!! I gotta change my life! Tenho que aproveitar
a oportunidade de um novo ano e ME DAR a oportunidade. Todos
dizem que me impeço de ser feliz... pois bem, que
venha o CARPE DIEM!
FELIZ ANO NOVO,
meu amigos!
___parte IV
Descobri um tal de 'blog' do
msn e achei deveras interessante. O formato é meio
batido e não há tantos recursos, mas ele é
bem prático! Talvez agora me encontrem por
lá...
OBS.:
Post recheado de links! Aproveitem!
[música]: "At
your side" [unplugged], The Corrs;
[filme]: "Sorriso
de Mona Lisa" [deixando muito claro que quem alugou
o filme foi minha mãe...]
Change
everything!
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[Domingo,
19 de Dezembro de 2004] [22:20]
Depois
de muita insistência da minha querida Carol, alugo
o tal "Kill
Bill vol. I". A intenção era assistí-lo
JUSTAMENTE para criticá-lo, mas não foi bem
isso que aconteceu...
Introdução
Antes de mais nada, devo dizer que Quentin
Tarantino é um egocêntrico, que pensa
que é o mestre dos mestres. Por quê? Simples:
o slogan "O 4° filme de Quentin Tarantino"
foi usado não só na propaganda do filme, como
também nos próprios créditos!!! Pura
auto-suficiência...
*Apesar de precisar de um pouco mais de
humildade, Tarantino é um grande diretor.
Eu
e meus preconceitos
Quando Kill Bill foi lançado,
lembro-me de ter criado na cabeça a imagem de um
filme "de luta", violento, sangrento, ..., [todos
os 'ento' que puderem imaginar]. Sem contar o fato deu antipatizar
de primeira com a atriz Uma Thurman. Me enganei
redondamente, e mais: não só admito que o
filme é muito bom, como me arriscaria até
a dizer que foi um dos melhores filmes que vi este ano.
O filme
Tudo começa quando "A noiva"
[o nome dela não é revelado] acorda de um
coma em busca de vingança. No dia de seu casamento,
há 4 anos, ela foi quase assassinada, além
de ter perdido seu bebê. E o mais chocante: ela foi
traída por sua gangue e Bill, seu noivo, quem planejara
e executara tudo [com a a ajuda, é claro, de algumas
assistentes].
Sangue?

Ouvi comentários de o filme "tem
muito sangue". Vejamos: se alguém enfiar uma
espada na sua barriga você vai espichar sangue pra
todo lado? Vai sujar todos que estão à sua
volta? Claro que não! Tarantino é tão
caricatural e divertido, e as pessoas não perceberam
[ou não quiseram perceber] a ironia da coisa...
A trilha
Isso é à parte da produção.
Recheada de clássicos dos anos 70 como "Don't
let me be missunderstood" ou canções
que lembram aqueles seriados japoneses dos anos 80, a trilha
sonora é tão intensa e marcante que torna-se
um personagem do filme. E falando em seriados, isso nos
leva à....
Influências
Como o próprio Tarantino sugere,
"Kill Bill" está para 'seriados japoneses
dos anos 70/80' assim como "Indiana Jones" está
para 'seriados dos anos 30/40'. Todas as suas influências
são condensadas e deu no que deu: um pouco de kong-fu,
samurais, diálogos afiados, etc...
Fotografia

Dinamismo é talvez a principal característica
do filme: há momentos em que as câmeras acompanham
as personagens por um longo caminho [como, por exemplo,
na cena em que "a Noiva" desce as escadas e vai
até o banheiro feminino]. No entanto, a porcentagem
de dinâmica envolvida no filme é a mesma de
pretensão. Ilustrando: por que na cena do restaurante
as luzes são apagadas por uns momentos? Obviamente,
para que Quentin Tarantino [o mestre] pudesse fazer uma
cena na contra-luz, exibindo toda sua técnica e sabedoria
da 7ª arte.
O final
Marketing puro. Já que nosso querido
diretor se recusou a cortar qualquer sequência de
sua magnífica obra, o filme foi simplesmente cortado
ao meio! Assim, as pessoas são obrigadas à
voltar aos cinemas pra saber o final da história....

[música]: "Long
as I can see the light", Creedence Clearwater Revival.
KILL
BILL!!!
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[Sexta-feira,
17de Dezembro de 2004] [14:10]
"[16
de Maio de 2004]
Neste fds eu tava falando c/ a Dani (!) no tel. e em determinado
ponto da convesa surgiu o assunto: namoro.
Ñ o assunto 'namoro' em si, e sim como é difícil
ter uma vida amorosa razoável.
Meu, pq é tão difícil encontrar alguém
interessante??? E pior q isso: é praticamente remota
a possibilidade deu encontrar alguém interessante
q me ache interessante tb! Fala sério, minha vida
amorosa é uma droga!!!!! Eu preciso de um namorado!!!
URGENTE, URGENTE!!!!! Alguém se habilita?????"
[extraído
do meu ex-blog]
17
de Dezembro de 2004:
Alguma coisa mudou?
.......
......
- Vou
apagar essa vergonha de ex-blog da internet;
- Quero sugestões de lugares para onde eu possa sair
nessas férias.
[música]:
"Fora da lei", Ed Motta;
[livro]: "Harry Potter e a Câmara
Secreta" [pela segunda vez];
[filme]: "A casa dos espíritos".
Você
mudou?
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[Quarta-feira,
08 de Dezembro de 2004] [19:20]
Isso
mesmo! Layout novo!
-
As coisas acontecem tão inesperadamente [mas
não exatamente o que eu gostaria]!;
-
Mudanças no quarto: agora poderei passar as
madrigadas em claro sentada aqui!
-
Gravador de cd no Natal: é agora que baixo todos
os álbuns de todo mundo!
Pequenas
propagandas:
Meu
irmão está de blog
novo. Não que seja O BLOG, mas o template é
bem legal... Ele é cuidadoso com as coisas. Perfeccionista,
detalhista, paciente. O oposto de mim.
......
....
....
Meu
queridíssimo amigo Lex também saiu
da geladeira com um projeto super interessante: [a] Tertúlia.
Um site dedicado à cultura da interent. Devo dizer
que o site veio em boa hora: passeando pelas seções
lá presentes, podemos encontrar notícias engraçadas
e/ou um tanto surpreendentes; uma página onde o próprio
idealizador do projeto sugere/indica músicas; há
também uma seção onde podemos ter acesso
à links razoáveis da net [que é feita
pela minha querida Lia, que encontra-se fora da net atualmente
por motivo de força maior]; e, por fim, uma seção
que 'detona' os blogs toscos que vagam por aí [numa
espécie de Crussificados].
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Se deseja ler [e de preferência comentar] meus últimos
posts, clique aqui!
[música]:
PJ Harvey, "C'mon Billy".
Blog
novo, vida nova!
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